16/02/2024 às 11h54min - Atualizada em 16/02/2024 às 11h54min

Explosão de casos de dengue no Brasil sob governo Lula é assunto na imprensa internacional

Le Monde denuncia aparente descuido das autoridades em políticas de prevenção.

Da Redação
Conexão Política
Foto: Reprodução


BRASIL - Uma nova crise sanitária ameaça o Brasil, desta vez sob administração do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O sinal de alerta de uma epidemia de dengue sem precedentes no país já chama a atenção internacional.

O jornal francês Le Monde veiculou a informação de que o Brasil vive uma explosão no número de contaminações e que as redes hospitalares estão buscando lidar com o fluxo de pacientes febris.
“Mal recuperado da Covid-19 (que custou 709 mil vidas), o gigante latino-americano enfrenta hoje a propagação acelerada de outro vírus devastador, desta vez bem conhecido: a dengue. A explosão nas últimas semanas no número de contaminações é tal que os especialistas já falam numa crise ‘histórica’ ou mesmo sem precedentes”, escreveu o jornal.

Como noticiou o Conexão Política, o Ministério da Saúde contabilizou mais de 512 mil casos dessa doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que causa sintomas como dores e febre intensa. Ao comparar com 2023, esse número é quatro vezes maior. Até o momento, 75 mortes já foram confirmadas por dengue, e outras cementas de mortes suspeitas também estão sendo investigadas, podendo chegar a mais 400 óbitos.

O Le Monde denuncia um aparente descuido das autoridades em políticas de prevenção, já que o transmissor da dengue se reproduz no ambiente doméstico. O texto do jornal francês também cita a campanha de vacinação pelo Sistema Único de Saúde (SUS), iniciada no dia 2 de fevereiro, afirmando que o país dispõe de apenas 750 mil doses.

O veículo aponta para um cenário escassez de vacinas contra o surto da doença, considerando que apenas crianças e adolescentes, enquadrados como mais vulneráveis, serão vacinados e, por consequência, o restante da população não terá alternativas imediatas a não ser as clínicas privadas, que disponibilizam as duas doses da vacina, mas que podem custar até R$ 1.000, o equivalente a 75% do salário mínimo do Brasil.

 


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