18/07/2023 às 20h34min - Atualizada em 18/07/2023 às 20h34min

Após assassinatos de vigilantes, sindicato cobra segurança pública no AM: 'não funciona'

Dois vigilantes foram mortos em Manaus em um intervalo de 48 horas.

G1
Foto: Arquipo Góes, da Rede Amazônica.

MANAUS - O presidente do Sindicato dos Vigilantes de Manaus, Valderli Bernardo, cobrou segurança pública na capital após dois vigilantes serem assassinados em serviço. As mortes aconteceram em um intervalo de dois dias.

O primeiro caso ocorreu na noite de sábado (15). Na ocasião, um vigilante foi desarmado por um assaltante e morto com a própria arma em um posto de gasolina da capital.

O segundo caso mais recente foi na segunda-feira (17), e aconteceu em um shopping. Um segurança foi morto enquanto trabalhava no centro de compras.

"As autoridades policiais estão com as mãos sujas de sangue porque não conseguem combater a marginalidade na cidade. O segurança faz a vigilancia patrimonial, mas cadê a segurança pública que não funciona na nossa cidade?", disse Valderli Bernardo.

Bernardo também criticou as condições de trabalho oferecidas pelas empresas de segurança privada e pelas contratantes do serviço.

"As empresas de segurança que não providenciam condições de trabalho para que o vigilante possa desempenhar suas atividades da melhor forma possível. Infelizmente, temos postos de serviço que não dão a mínima condição para que os trabalhadores possam assegurar sua integridade física", afirmou.

"Agora é mais um pai de família que teve sua vida ceifada enquanto trabalhava dignamente", finalizou.


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